Presença da família durante o atendimento emergencial: percepção do paciente vítima de trauma

Autores

  • Jamyle Rubio Soares Autor Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).
  • Andrea Regina Martin Autor Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).
  • Juliana Furlan Rabelo Autor Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).
  • Mayckel da Silva Barreto Autor Universidade Estadual de Maringá (UEM); Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN); Faculdade Intermunicipal do Noroeste do Paraná (FACINOR)
  • Sonia Silva Marcon Autor Universidade Estadual de Maringá

Palavras-chave:

Ferimentos e lesões, serviços médicos de emergência, família, percepção, enfermagem familiar

Resumo

Objetivo: apreender como pacientes vítimas de trauma percebem a presença da família durante o atendimento emergencial. Métodos:
estudo descritivo, de natureza qualitativa, realizado com 29 pacientes assistidos em uma unidade de pronto atendimento no sul do Brasil. Os dados, coletados em outubro de 2013, por meio de entrevista aberta, foram submetidos à análise de conteúdo, modalidade
temática. Resultados: os pacientes vítimas de trauma percebiam como positiva a presença da família durante o atendimento emergencial
e desejavam-na; acreditavam que seus familiares também gostariam de estar presentes. A motivação principal para desejar a presença
da família na sala de emergência era a possibilidade de esta proporcionar confiança e conforto ao paciente e, ao mesmo tempo, tranquilizar os familiares à medida que lhes permite obter mais informações sobre a evolução do quadro clínico e acompanhar o atendimento. Conclusão: profissionais de saúde atuantes em salas de emergência devem considerar a possibilidade de integrar a família no espaço de cuidado às vítimas de trauma já que os pacientes consideraram essa prática vantajosa para si próprios e seus familiares.

DOI: 10.5294/aqui.2016.16.2.7

 

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Biografia do Autor

Jamyle Rubio Soares, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

Acadêmica de Enfermagem da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN). Mandaguari – Paraná – Brasil.

Andrea Regina Martin, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

Acadêmica de Enfermagem da FAFIMAN. Mandaguari – Paraná – Brasil.

Juliana Furlan Rabelo, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

Mestre em Enfermagem. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem da FAFIMAN. Mandaguari – Paraná – Brasil

Mayckel da Silva Barreto, Universidade Estadual de Maringá (UEM); Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN); Faculdade Intermunicipal do Noroeste do Paraná (FACINOR)

Doutorando em Enfermagem da Univerisdade Estadual de Maringá (UEM); Coordenador do Curso de Enfermagem da Faculdade Intermunicipal do Noroeste do Paraná (FACINOR); e Docente do curso de Enfermagem da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN).

Sonia Silva Marcon, Universidade Estadual de Maringá

Doutora em Filosofia da Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Maringá – Paraná –Brasil.

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Publicado

2016-03-15

Como Citar

Soares, J. R., Martin, A. R., Rabelo, J. F., Barreto, M. da S., & Marcon, S. S. (2016). Presença da família durante o atendimento emergencial: percepção do paciente vítima de trauma. Aquichan, 16(2), 193–204. Recuperado de https://aquichan.unisabana.edu.co/index.php/aquichan/article/view/5159

Edição

Seção

Artigos